PLATCrédito, cobrança e risco de clientes
Gerir risco de carteira e recebíveis como ativo financeiro
A empresa consegue analisar sua carteira de clientes e recebíveis como um ativo financeiro, com dados, risco, performance e elegibilidade?
Como fica quando está bem feito
A empresa possui base confiável de recebíveis, aging, concentração, inadimplência, recuperação, elegibilidade, documentação e conciliação, podendo demonstrar a qualidade da carteira para bancos, fundos e investidores.
A carteira de recebíveis é tratada como ativo financeiro, não só como conta a receber. Há dados estruturados sobre concentração, aging, performance histórica. Esses dados estão prontos para ser apresentados a investidores ou fundos.
Causas mais comuns
- Dados de recebíveis não estruturados o suficiente para análise de qualidade
- Aging não calculado com granularidade para due diligence
- Concentração de carteira nunca avaliada como risco
- Documentação dos recebíveis desorganizada
Erros comuns ao implementar
- Achar que a carteira "está boa" sem dados que comprovem
- Documentação de recebíveis desorganizada — inelegível para estruturas de funding
- Não calcular taxa de recuperação histórica
- Concentração acima de 40% no top 10 sem hedge
Plano de ação
30 dias
- 1.Gerar aging completo com granularidade de 30 dias
- 2.Calcular concentração: % dos top 5, 10 e 20 clientes
- 3.Mapear documentação disponível por faixa de valor
60 dias
- 1.Calcular taxa de recuperação histórica por faixa de atraso
- 2.Estruturar base de dados de recebíveis
- 3.Avaliar elegibilidade para antecipação e FIDC
90 dias
- 1.Criar data room financeiro
- 2.Implantar conciliação mensal entre recebíveis no ERP e extratos
- 3.Apresentar análise de carteira ao conselho